Consultas oftalmológicas para bebês, crianças e adolescentes com a Dra. Patricia Ney — exames precisos, conduzidos com paciência e no ritmo de cada criança.
A Oftalmopediatria é a área da oftalmologia dedicada à saúde visual de bebês, crianças e adolescentes. A visão infantil ainda está em desenvolvimento nos primeiros anos de vida, e é justamente nessa fase que problemas como estrabismo, ambliopia (olho preguiçoso) e erros de refração são mais fáceis de tratar — muitas vezes de forma definitiva.
Diferente da consulta oftalmológica de um adulto, a avaliação infantil exige tempo, paciência e técnicas específicas: exames lúdicos, colírios apropriados para cada idade e uma linguagem que a criança entenda. A Dra. Patricia Ney conduz cada consulta nesse ritmo, para que o exame seja uma experiência tranquila — para a criança e para os pais.
Quanto mais cedo um problema visual é identificado, maiores as chances de correção completa. Por isso o acompanhamento oftalmológico regular na infância é tão importante quanto as consultas pediátricas de rotina.
Alguns sinais merecem atenção dos pais e uma consulta com a Dra. Patricia Ney.
Desalinhamento entre os olhos, que pode ser constante ou intermitente. Diagnóstico e definição do tratamento — óculos, exercícios ou, quando indicado, cirurgia.
Quando um dos olhos não desenvolve a visão completa. Quanto mais cedo tratada, melhor o resultado — por isso o diagnóstico precoce é essencial.
Miopia, hipermetropia e astigmatismo na infância, com indicação de óculos quando necessário para o desenvolvimento visual correto.
Comum em bebês, causa lacrimejamento e secreção. Muitos casos resolvem com massagem orientada; outros podem precisar de procedimento simples.
Avaliação complementar quando o teste do olhinho da maternidade indica necessidade de investigação adicional.
Estratégias para reduzir a velocidade de aumento do grau em crianças com miopia — como colírios específicos e lentes especiais — com acompanhamento periódico.
Olhos vermelhos, coceira e irritação frequentes na infância, com orientação de tratamento adequado para cada causa.
A criança é recebida em um ambiente tranquilo, com tempo para se familiarizar antes do exame começar. Pais e responsáveis acompanham todo o processo.
Testes adaptados à idade — desde tabelas com figuras para os menores até tabelas convencionais para os maiores — para medir a acuidade visual de cada olho.
Verificação de estrabismo e da coordenação entre os dois olhos, essencial para o desenvolvimento da visão em profundidade.
Quando necessário, uso de colírios apropriados para dilatar a pupila e avaliar a retina e demais estruturas internas do olho.
Explicação clara dos achados, orientações práticas para o dia a dia e definição, se necessário, de óculos, tratamento ou retorno de acompanhamento.
A miopia infantil costuma aumentar de grau ao longo dos anos de crescimento, e quanto mais alta a miopia na vida adulta, maior o risco de complicações futuras na retina. Por isso, hoje existem estratégias para desacelerar essa progressão — e não apenas corrigir o grau já existente.
A Dra. Patricia Ney acompanha crianças com miopia utilizando as opções disponíveis para reduzir a velocidade de piora, como colírios específicos em baixa concentração, óculos ou lentes de contato com desenho especial e orientações sobre hábitos que ajudam no controle, como tempo ao ar livre. O acompanhamento é individualizado, com retornos periódicos para reavaliar o grau e ajustar a estratégia.
O teste do olhinho é feito na maternidade, e a primeira consulta oftalmológica completa é recomendada entre 6 meses e 1 ano de idade, mesmo sem sinais de alteração. Crianças com histórico familiar de estrabismo, catarata congênita ou outras condições devem ser avaliadas ainda mais cedo.
Sinais possíveis incluem um ou ambos os olhos desviando para dentro, fora, cima ou baixo, especialmente em fotos ou quando a criança está cansada. Nem todo desvio é constante — por isso a avaliação presencial é importante para confirmar o diagnóstico.
Ambliopia é quando um dos olhos não desenvolve a visão completa na infância, geralmente porque o cérebro passa a favorecer o outro olho. Quanto mais cedo diagnosticada e tratada — com óculos, tampão ocular ou outras estratégias — melhor o resultado.
A consulta é conduzida de forma lúdica e no ritmo da criança, com exames adaptados à idade. A Dra. Patricia Ney avalia acuidade visual, alinhamento ocular e saúde das estruturas internas do olho, buscando deixar a criança confortável durante todo o processo.
Não. O uso de óculos depende do grau e do tipo de erro de refração encontrado no exame. Em alguns casos o acompanhamento é suficiente; em outros, os óculos são fundamentais para o desenvolvimento visual correto, especialmente para prevenir ambliopia.
Sim. Além dos óculos, que corrigem o grau já existente, há estratégias de controle de progressão da miopia — como colírios específicos em baixa concentração e lentes de contato ou óculos com desenho especial — que ajudam a desacelerar o aumento do grau ao longo do crescimento. A indicação é individualizada e acompanhada com retornos periódicos.
Agende com a Dra. Patricia Ney em Criciúma. Sem necessidade de encaminhamento.
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